terça-feira, 4 de setembro de 2012
ao que reste...
... que o escurecer das letras, as mudanças do clima, e os tapas de todos os dias, ao final desse livro não me façam perder a doçura... Que me reste ela se nada houver de restar.
Pois isso de ser adulto, endurece a carne... obdura a pele, e sob as cicatrizes então nada se sente... é assim que costuma ser.
Que me reste a docura então, a doçura e a inocência de crer que pode continuar sendo.
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